Mãe ao 30: Como foi descobrir a primeira gravidez


Sem sombra de dúvidas engravidar foi a jornada mais surreal que já tive em minha vida e digo mais: o aprendizado adquirido, levarei até o fim de minha existência!

De abril para cá, reiniciei o costume de anotar os dias de meu ciclo menstrual, no qual teve uma melhora significativa após o meu emagrecimento de quase 30 kg e uma alimentação mais “regrada”. Tanto eu quanto meu esposo queríamos ter filhos, porém colocamos uma meta de cinco anos para que isso acontecesse, assim nos programaríamos e teríamos mais tranquilidade em lidar com uma criança em nossas vidas.

A partir de 24 de maio, as coisas mudariam de perspectiva. A menstruação veio e foi embora após 5 dias. Até aí, normal.

Chegou o dia dos namorados, curti com meu esposo sem nem imaginar o que estava ocorrendo em meu corpo.

E neste período eu já estava com a pulga atrás da orelha.

– Cadê a menstruação? Está atrasada!

– Calma, deve ser apenas um atraso, já já ela descer, fique tranquila!

Os dias foram passando e a paranoia foi se instalando em minha cabeça: Miomas, ovário policístico, até câncer, entre outros problemas.

Com junho se aproximando do fim, uma dúvida colossal se apoderou de minha mente: – Meu deus, será que estou grávida? Admito que fiquei com muito medo. eu não poderia estar. Alguns distúrbios podem causar esse atraso, sem necessariamente ser uma gestação.

Conversei com Lázaro e disse não acreditar que poderia estar grávida. Falei que queria fazer o teste de farmácia e assim o fiz, dia 27/06. Logo dois, por conta do nervosismo.

E o resultado não poderia ser outro: POSITIVO! Ainda assim, não acreditei. Dois dias após os testes positivos, fiz o beta-HCG, o famoso teste de “sangue”. POSITIVO!

Tive medo e muito. Medo de não dar conta, medo pela pandemia e de adoecer, sem falar a descoberta de um hematoma subcoriônico com 1 mês e meio de gravidez.

E assim, descobri que seria mamãe de primeira viagem.

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